A subjetividade é o erro
Søren Kierkegaard e Markus Gabriel num diálogo neoexistencial
DOI:
https://doi.org/10.25185/19.13Palavras-chave:
Liberdade, Possibilidade, Finitude, Relação, Devir, VerdadeResumo
A subjetividade é verdadeira, afirma uma famosa passagem do Postscriptum não científico conclusivo, amplamente discutida pelos estudiosos kierkegaardianos. Ser sujeito é estar sempre errado, afirma Markus Gabriel noutra passagem conclusiva do seu pensamento. Ambas as afirmações respondem à mesma conceção (neo)existencial, determinada pela dialética de uma negatividade possível e potente. Esclarecer as razões dessa convergência, bem como explicar por que a subjetividade é radicalmente falível e, ainda assim, idêntica à verdade, é o objetivo deste trabalho, que encontrará —entre Kierkegaard e Gabriel— o pano de fundo conceitual do idealismo absoluto. De fato, o poder —Potenz— de Friedrich W. J. Schelling e o espírito —Geist— de Georg W. F. Hegel desempenharão um papel nesse diálogo neoexistencial.
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